Vera,
É uma grande satisfação poder contar com você nesse grupo de relacionamento.
Respondendo a sua pergunta, pelo que eu tenho lido e conversado com alguns contadores, o aumento da Contribuição Social de 9% para 15% se dá apenas para os Bancos e Financeiras mesmo, pois para a Receita Federal as empresas de Factoring são Prestadoras de Serviço, portanto não se enquadrando nestas novas determinações.
Atenciosamente,
Elcio José Sartor
----- Original Message -----
From: Vera Tedeschi
To: Elcio José Sartor
Sent: Wednesday, March 12, 2008 1:34 PM
Subject: Re: Blog do Elcio - Esclarecimentos
Eu gostaria de continuar recebendo informações ( troca de ideias) principalmente sobre factoring, sou contadora e tenho uma empresa de Factoring que é meu cliente, inclusive gostaria que fizesse comentarios sobre o aumento da aliquota da c. social se é so para os bancos e financeiras ou para as equiparadas como as Factoring.
Vera Tedeschi
Amigos, Parceiros e Clientes, Vamos utilizar este espaço para manter nossos contatos pessoais, profissionais e assuntos relacionados aos negócios da minha Empresa. Terei grande satisfação em atendê-lo.
Elcio José Sartor
Espaço para Relacionamentos
Para Comentários, Perguntas, Críticas ou Sugestões.
Clique na palavra "Comentários" abaixo da mensagem e escreva o seu texto que responderei o mais breve possível.
Clique na palavra "Comentários" abaixo da mensagem e escreva o seu texto que responderei o mais breve possível.
quarta-feira, 12 de março de 2008
Novo rating fará crédito explodir
Valor Econômico - 12/03/2008
Explosão do crédito, forte aumento do investimento produtivo e das taxas de crescimento da economia. Estes são os três principais fatores que acompanham o recebimento da nota grau de investimento - o melhor rating oferecido pelas agências internacionais de classificação de risco - segundo Aquico Wen, chefe da gestora americana Legg Mason para mercados emergentes.
Wen tem a experiência de viver e trabalhar em países que alcançaram o grau de investimento, tais como Polônia, África do Sul, México, Cingapura e Coréia do Sul. Ontem, ele passou por São Paulo para apresentar sua experiência a um grupo de clientes da Legg Mason - a quinta maior gestora do mundo, com US$ 1 trilhão de ativos; aqui, é a maior gestora independente, com R$ 25 bilhões. O Brasil deve ser o próximo da lista a entrar no seleto grupo de países que não são considerados especulativos.
Apesar de serem economias diferentes, em estágios diferentes de desenvolvimento, os países que receberam o "investment grade" tiveram comportamentos comuns em algumas variáveis. O principal ponto foi um forte crescimento do crédito em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), mesmo nos mercados onde esta relação já era elevada. Na Coréia do Sul, que recebeu a nota em 1999, a relação subiu de 65% para quase 100% em quatro anos. Continuou em alta e hoje está em quase 120%. Na Índia, dobrou, passando de pouco mais de 20%, em 2004, quando o país alcançou a nota, para acima dos 40%.
O aumento do crédito decorre dos juros menores. "O investment grade é a confirmação da estabilidade econômica", afirma o executivo ao Valor. Wen acha que no Brasil, por causa da baixa penetração do crédito e da alta demanda reprimida, este crescimento tende a ser ainda mais rápido, acompanhado de um aumento dos prazos dos empréstimos. A taxa brasileira encerrou 2007 em 35%. Em comparação aos juros dos outros países que passaram por esta experiência, aqui as taxas ainda são muito maiores, por isso, têm espaço para caírem mais.
Em um cenário de maior estabilidade, preços em queda e juros menores, outro fator comum foi o aumento do investimento produtivo. "Neste cenário, abre-se a possibilidade de ter retorno maior na produção do que no mercado financeiro", destaca Wen. No Brasil, este movimento já vem ocorrendo e pode se intensificar. "O investment grade dá confiança aos empresários da permanência da estabilidade econômica", afirma Wen.
Decorrente deste cenário, vem o aumento da capacidade de crescimento econômico. Países como África do Sul e Índia, que cresciam a taxas de 3% a 4% subiram para patamares superiores a 6% e 7%.
O México foi um dos poucos países onde não houve aumento do investimento produtivo. Wen avalia que a crise econômica de meados dos anos 90 aumentou muito a capacidade ociosa das indústrias mexicanas. Por isso, quando a economia começou a se recuperar, ao invés de construirem novas plantas, as indústrias passaram a aproveitar melhor a capacidade instalada. Além disso, não houve uma reforma fiscal que favorecesse estes investimentos.
Enquanto o crédito e o investimento produtivo subiram nos diversos países, as bolsas de valores não tiveram um comportamento tão homogêneo. No México, nos seis meses anteriores ao recebimento da nota, a bolsa teve forte alta, subindo mais de 60% já por conta da expectativa do novo rating. Nos seis meses seguintes à nota, as ações mexicanas caíram mais de 20%.
Na África do Sul ocorreu o mesmo, mas em sentido inverso. Ou seja, a bolsa, que caia, subiu após o recebimento da nota. Na Coréia, houve valorização ainda maior das ações em comparação ao período anterior. Já na Índia, de uma alta de mais de 60% nos seis meses anteriores, a valorização no período seguinte, ficou abaixo dos 20%. Em geral, avalia Wen, os investidores costumam antecipar a nota, embutindo nos preços as cotações. "Na maioria dos casos teve performance forte de 'precificação' da estabilidade econômica e de risco menor no momento anterior ao anúncio", afirma Wen.
Leia também: Links ANFAC
Novo rating fará crédito explodir
Economia brasileira cresce 5,4% em 2007, diz IBGE
Governo anuncia hoje primeiras medidas para conter queda do dólar
Montadoras anunciam investimento recorde de US$ 4,9 bi para este ano
Pesquisa Serasa de Perspectiva Empresarial - Março 2008
Ações revisionais nos contratos de fomento mercantil
Exportação de pequena cresce 17%, acima do nível das grandes
Indústria automotiva bate novo recorde de vendas em fevereiro
Otimista, Meirelles prevê mais 4,5% de crescimento em 2008
Rentabilidade das empresas chega a 16% e já supera a das americanas
Explosão do crédito, forte aumento do investimento produtivo e das taxas de crescimento da economia. Estes são os três principais fatores que acompanham o recebimento da nota grau de investimento - o melhor rating oferecido pelas agências internacionais de classificação de risco - segundo Aquico Wen, chefe da gestora americana Legg Mason para mercados emergentes.
Wen tem a experiência de viver e trabalhar em países que alcançaram o grau de investimento, tais como Polônia, África do Sul, México, Cingapura e Coréia do Sul. Ontem, ele passou por São Paulo para apresentar sua experiência a um grupo de clientes da Legg Mason - a quinta maior gestora do mundo, com US$ 1 trilhão de ativos; aqui, é a maior gestora independente, com R$ 25 bilhões. O Brasil deve ser o próximo da lista a entrar no seleto grupo de países que não são considerados especulativos.
Apesar de serem economias diferentes, em estágios diferentes de desenvolvimento, os países que receberam o "investment grade" tiveram comportamentos comuns em algumas variáveis. O principal ponto foi um forte crescimento do crédito em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), mesmo nos mercados onde esta relação já era elevada. Na Coréia do Sul, que recebeu a nota em 1999, a relação subiu de 65% para quase 100% em quatro anos. Continuou em alta e hoje está em quase 120%. Na Índia, dobrou, passando de pouco mais de 20%, em 2004, quando o país alcançou a nota, para acima dos 40%.
O aumento do crédito decorre dos juros menores. "O investment grade é a confirmação da estabilidade econômica", afirma o executivo ao Valor. Wen acha que no Brasil, por causa da baixa penetração do crédito e da alta demanda reprimida, este crescimento tende a ser ainda mais rápido, acompanhado de um aumento dos prazos dos empréstimos. A taxa brasileira encerrou 2007 em 35%. Em comparação aos juros dos outros países que passaram por esta experiência, aqui as taxas ainda são muito maiores, por isso, têm espaço para caírem mais.
Em um cenário de maior estabilidade, preços em queda e juros menores, outro fator comum foi o aumento do investimento produtivo. "Neste cenário, abre-se a possibilidade de ter retorno maior na produção do que no mercado financeiro", destaca Wen. No Brasil, este movimento já vem ocorrendo e pode se intensificar. "O investment grade dá confiança aos empresários da permanência da estabilidade econômica", afirma Wen.
Decorrente deste cenário, vem o aumento da capacidade de crescimento econômico. Países como África do Sul e Índia, que cresciam a taxas de 3% a 4% subiram para patamares superiores a 6% e 7%.
O México foi um dos poucos países onde não houve aumento do investimento produtivo. Wen avalia que a crise econômica de meados dos anos 90 aumentou muito a capacidade ociosa das indústrias mexicanas. Por isso, quando a economia começou a se recuperar, ao invés de construirem novas plantas, as indústrias passaram a aproveitar melhor a capacidade instalada. Além disso, não houve uma reforma fiscal que favorecesse estes investimentos.
Enquanto o crédito e o investimento produtivo subiram nos diversos países, as bolsas de valores não tiveram um comportamento tão homogêneo. No México, nos seis meses anteriores ao recebimento da nota, a bolsa teve forte alta, subindo mais de 60% já por conta da expectativa do novo rating. Nos seis meses seguintes à nota, as ações mexicanas caíram mais de 20%.
Na África do Sul ocorreu o mesmo, mas em sentido inverso. Ou seja, a bolsa, que caia, subiu após o recebimento da nota. Na Coréia, houve valorização ainda maior das ações em comparação ao período anterior. Já na Índia, de uma alta de mais de 60% nos seis meses anteriores, a valorização no período seguinte, ficou abaixo dos 20%. Em geral, avalia Wen, os investidores costumam antecipar a nota, embutindo nos preços as cotações. "Na maioria dos casos teve performance forte de 'precificação' da estabilidade econômica e de risco menor no momento anterior ao anúncio", afirma Wen.
Leia também: Links ANFAC
Novo rating fará crédito explodir
Economia brasileira cresce 5,4% em 2007, diz IBGE
Governo anuncia hoje primeiras medidas para conter queda do dólar
Montadoras anunciam investimento recorde de US$ 4,9 bi para este ano
Pesquisa Serasa de Perspectiva Empresarial - Março 2008
Ações revisionais nos contratos de fomento mercantil
Exportação de pequena cresce 17%, acima do nível das grandes
Indústria automotiva bate novo recorde de vendas em fevereiro
Otimista, Meirelles prevê mais 4,5% de crescimento em 2008
Rentabilidade das empresas chega a 16% e já supera a das americanas
Assinar:
Postagens (Atom)